domingo, 10 de maio de 2009

Inês, a ex – Parte II (talvez, a parte final, quem sabe?)


Você lembra do drama do Aparício, o cara que se viu perdidamente apaixonado por sua ex-namorada? Caso sua memória falhe nesse momento, recomendo que você leia atentamente o texto que deu origem a essa saga. As linhas a seguir farão mais sentido.

Putz, não acredito que vou escrever sobre isso. Ai, ai, ai...

PRÓLOGO: Outubro de 2008.

Tudo (re)começou em uma manhã de trabalho, que foi totalmente alterada por um telefonema de número oculto.

- Douglas?

- Sou eu. Quem é?

- Sou uma amiga. Posso lhe chamar de Aparício?

- Como assim? Não estou entendendo.

- Você escreveu sobre a sua ex e usou o nome de Aparício, não? Eu sei que é você e sei quem é a Inês. Ela terminou com o tal carinha e está péssima. Ela precisa do suporte dos amigos e das pessoas que gostam dela. Sei que você é uma delas, Aparício.

Caramba, nunca uma história do Surfista tinha invadido a vida do Douglas. Meu queixo estava batendo no piso frio do escritório. Ah, uma revelação: o Aparício era eu mesmo. De vez em quando, eu conto histórias minhas em terceira pessoa. Não é sempre, mas acontece. Tcharam! Que surpresa, ?

- Conte mais.

Ela contou e eu liguei para a Inês.

Fim do prólogo.

Sete meses depois...

Escrevo para contar passagens da maior campanha amorosa que já empenhei. Durante dúzias de vezes, eu escrevi e apaguei. Sempre que começava a digitar, vinha uma dor bizarra e eu parava. Dessa vez eu vou até o final e juro que vou procurar ser objetivo na descrição dos fatos. Não quero tomar o seu tempo. Que tal separarmos a trama em atos?

Ato I – O primeiro contato
Liguei para ela e conversamos por horas. Ela estava triste e não ficou surpresa com a minha ligação. No fundo, ela sabia que eu sempre estive à espreita... esperando. Nenhum encontro foi agendado.

Ato II – O reencontro
Nos vimos pela primeira vez em anos. Ela estava usando um vestido lindo. Você sabe o quanto adoro mulheres com esse traje. Diante de tal golpe baixo, percebi que o amor que tenho por ela é absurdo. Ah, Inês foi fria com a minha presença. Normal.

Ato III – Tudo em pratos limpos
Com a proximidade constante, eu corria um risco terrível: virar amiguinho. Em uma noite de dezembro, estávamos no Rio Design e paramos para tomar um café. Sem qualquer anestesia, botei na mesa a verdade nua e crua.

- Inês, eu não reapareci para ser seu coleguinha. Eu ainda amo muito você, mais do que posso explicar, mais do que posso compreender. Nesse tempo todo que passamos separados, eu nunca deixei de pensar em você. Você é a mulher da minha vida e vou ficar com você. Se não for nessa vida, será na próxima. Quer açúcar ou adoçante?

- Eu sei. Eu sempre soube.

Claro que sabia...

Ato IV – Mostrando as armas
Roubei um beijo. Começamos a sair, mas Inês continuou na defensiva. Eu me declarei em outras 357 ocasiões – algumas com birita nas ideias, outras vezes sóbrio. Ela nunca me prometeu nada. Eu nunca cobrei nada. Tudo no 0x0, mas bem claro – como manda o manual dos bons modos.

Ato VI – De volta ao mundo real
Ela esqueceu o "carinha" e passou a me dar mais atenção, mas nunca correspondeu ao amor que declarei. Na verdade, ela continuou fria, distante. Cá entre nós, eu achava isso muito frustrante diante de tudo que eu demonstrava.

Posso desabafar? Na verdade, só o que eu precisava era de um tantinho assim de carinho. Eu não tive carinho de pai e mãe. Nada mais justo que esperar esse tipo de atitude da mulher que amo. Só que isso nunca aconteceu. É o jeito dela (eu sei), mas custava ser mais doce comigo? Era pedir demais?

Em abril, eu coloquei um ponto final na minha cruzada. Senti o meu coração cafajeste ficar miudinho, mas busquei forças sei-lá-onde. Como já cantou Lulu Santos, "se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer". A única certeza (e conforto) é que fiz tudo que pude - e até mais um pouco.

EPÍLOGO

Certo dia, uma amiga que tinha lido o texto do Aparício me perguntou porque eu chamei a ex de Inês.

- É uma abreviação, querida. Inesquecível.

"O Brasil é uma República Federativa cheia de árvores e de gente dizendo adeus."
Oswald de Andrade


QUAL A MORAL DA HISTÓRIA,
HE-MAN?
Amiguinho, você ficou maluco? Tomou uma dose Santo Daime com Red Bull? Você acabou de vestir a carapuça do capacho mais capacho que já caminhou sobre a superfície terrestre. Amiguinhos leitores, prestem bem atenção na história do Surfista Apaixonado e vejam o que acontece quando se perde a razão por causa do mosquitinho do amor. Sete meses? Putzgrilla! Espero que tenha valido a pena, Platinado. E espero que você tenha recuperado o juízo. Quer que eu te arranje uma senha para o parperfeito.com.br? Cada uma que me aparece. Até a próxima!!!

35 comentários:

RUInaldinho disse...

Cara, suas histórias são ótimas! Virei seu fã! =)
Um abraço!

Danfern disse...

Mas esse surfista anda cada dia mais revelador !!! :-P

É rapaz...tem uma hora que mesmo ainda gostando, a gente cansa...tem que primar pelo sentimento de auto-preservação.

Acho que todo mundo já passou por coisas parecidas.... Também tenho o meu Inesito.

Comigo o "remédio" foi cortar todo e qualquer tipo de contato. Mas não houve briga, só pedi que fosse assim... Gosto dele e sei que ele gosta de mim, mas hoje de modo diferente. Prefiro não saber nada sobre a vida dele, mas sei que está bem. E vice versa.

Esquecer, não dá. Nem deve, pq aí esqueceríamos tb as coisas boas, e não é por aí ! O caso é que a gente aprende a administrar a ausência e a saudade, e acaba, com o tempo, ficando mais forte e consegue seguir em frente...

"Que a força esteja com vc"

:-P

Amanda Hora disse...

Escrever sobre isso no blog pode querer dizer que vc quer "exorcisar" esse sentimento, já que te faz sofrer. Tomara que consiga!

"Que a força esteja com vc" [2] rs

Marcela Fernanda disse...

Nossa!
Se expor assim não eh pra qualquer um, né Aparicio? E a história da vida real foi muito bem contada. Muita sorte! Bjos

"Que a força esteja com vc" [3]

Camille disse...

Surfista...
E o Ato IV?
Foi um lapso ou um corte proposital?
Acredito que tudo tiramos uma lição...Seja boa ou não!
Agora...Amor próprio, não devemos nunca deixar de lado!
Isso sim que é atitude!

Honey disse...

Difícil a sua situação ein... O importante é q vc teve amor próprio e vai seguir em frente.

Que a força esteja com vc[4]

bjs

A Truculenta disse...

Surfista, pega seu coração e se manda, Gato!
Ex é uma merda! Pára de olhar pra trás, e comça a olhar pros lados... vc pode se surpreender com o que vai encontrar.
beijo grande

Lele disse...

A unica coisa que eu procuro garantir nas minhas buscas "romanticas" é ter certeza que eu fiz a minha parte.
Assim, quando não da certo, eu posso olhar pra trás e ter minha cabeça tranquila.
Acho que nesse caso você pode dizer isso.
Saber a hora de tirar o time de campo também é uma arte...

Vi disse...

Sensacional!

A sua exposição sem medos, ao menos, com menos medo do que a média é linda, sabia?!

É pura como a sinceridade de uma crinça...

Parabens, quando crescer quero ser igual a você! =D

Não estou de volta, sempre estou por aqui... Mas algumas coisas me interessam mais do que outras, como tudo na vida!

beijos

Jongleuse disse...

Minha opinião continua a mesma do post anterior...
Senta um pouco, sofre um pouco... faz bem e faz parte.
Depois levanta!
A vida segue, ela sempre vai seguir...]
Te desejo sorte nessa empreitada.

Uma leitora que gosta de música disse...

Chorei
Não procurei entender
Todos viram, fingiram
Pena de mim não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima que eu dei
Quero ver quem dava
Um homem de moral
Não fica no chão
Nem quer que mulher
Lhe venha dar a mão
Reconhece a queda
E não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima
Reconhece a queda
E não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima

Ruiva disse...

Doug, a Truculenta tem toda razão. Se tem uma coisa que eu aprendi é que ex não deve nunca ser atual de novo. Se terminou, foi por algum impasse aparentemente intransponível. E se é assim, como pode ficar tudo bem depois, como num passe de mágica? Não entendo.

Mas enfim.. a gente faz essas coisas de vez em quando, e quem nunca fez que atire a primeira pedra.

Muito band aid, mertiolate e xilocaina no seu coraçãozinho, querido.
Beijos

Lui disse...

Pelo o menos você não traiu seus sentimentos. E isso já é muita coisa.
Cuide bem do seu coraçãozinho.

Surfista disse...

Pensei muito antes de escrever, pois seria a pá de cal sobre o último vestígio de esperança que tinha. Fiz o que pude. Fiz o que julguei certo. Ficou a frustração. Bola pra frente e segue o jogo.

RUINALDINHO, tu não é fraco, não, meu rei. Obrigado pelas palavras.

AMANDA e DANFERN, esse blog é o meu divã, de vez em quando. A força sempre estará comigo.

CAMILLE, como escrevi e reescrevi esse texto uma porrada de vezes, acabei limando o Ato IV. Parabéns pelos olhos atentos.

TRUCULENTA, estou com a visão perfiférica apuradíssima.

LELE, seu comentário foi brilhante. Captou muito do que eu senti (ou sinto, sei lá).

VI, sou muito valente ou muito burro. Vai entender, né?

JONGLEUSE, sorte para todos nós.

LEITORA QUE GOSTA DE MÚSICA, belo samba esse.

RUIVA, fica tranquila. Antes de casar, sara.

LUI, xá comigo!

E obrigado a todos pelas palavras carinhosas. Eu estou legal. Se não estivesse, eu jamais conseguiria tocar nesse assunto.

Mulher Maravilha disse...

Olhe Surfista. De uma coisa eu tenho absoluta certeza. Aliás, de duas. A primeira é que você é um cara lindamente atípico. A segunda é que vc vai se apaixonar perdidamente por outra mulher, e vai amá-la de um jeito que nunca imaginou... e que vai apenas sorrir e balançar a cabeça quando lembra da Inês. E eu nem tenho bola de cristal para saber disso. Apenas um avião invisível!! rss.
Beijos, querido!!!

Vulgo Dudu disse...

Dougra, você sabe o quanto odeio frases de efeito e pensamentos, né? Mas como de vez em quando é bom ser piegas, uma vez eu me curei de um pé na bunda (você, que é meu amigão, deve lembrar) lendo a seguinte frase (tava em inglês, não é que eu seja metido):

If you want something very badly, set it free. If it comes back to you, it's yours forever. If it doesn't, it was never meant to be yours.Como você bem sabe, não voltou. E o que ficou, depois de um tempo, foi um sentimento bom, sem mágoas ou ressentimentos.

Caralho, como foi piegas isso. Mas é verdade, de coração! Caralho, piegas de novo!

Abs!

Anônimo disse...

Eu disse que ser ser bonzinho é legal, menininho...

Deborah disse...

Se não foi, é porque não tinha que ser....
Depois de um tempo você vai encontrar vários motivos pra agradecer por não ter dado certo....aconteceu comigo, acontece com todo mundo!

Mas, Moreno-alto-bonito-e-sensual será que sua visão periférica está tão apurada quanto diz??? Rs

Surfista disse...

Deborah, Deborah... tá provocando.

Anônimo disse...

Mas, Moreno-alto-bonito-e-sensual será que sua visão periférica está tão apurada quanto diz??? Rs [2]

Isso, sou eu mesma disse...

Bla bla bla o surfista está sofrendo.
Bla bla bla o surfista vai encontrar um novo amor.

Se essa história já está n blog pra todo mundo meter o dedo na ferida é porque voce ja esta bem.

O que todo mundo quer saber e não temc oragem de perguntar é "Quais outras histórias do surfistas foram contadas em terceira pessoa?"

JUJUbildes disse...

Doug,
Impressionante! Esse seu blog, repito, é pura terapia!
Nesse fim de semana que passou terminei um relacionamento que não estava dando certo, apesar de saber que gostamos um do outro. É muito doido isso, não é? Mas é assim que acontece, às vezes. Todo mundo passa por isso. Tentei fazer valer à pena, insisti mais que o mocinho, mas tem uma hora que chega! Devemos insistir, para não nos arrependermos depois por não ter tentado, mas somente até o limite razoável que a auto estima permita. Mais que isso não dá! Amar outra pessoa e ser amado é tudo de lindo, mas amar a nós mesmos em primeiro lugar, sempre, é que é imprescindível para nossa felicidade! Não podemos confundir o desejo de viver um amor verdadeiro com carência...
Vc tomou a decisão certa, e pode ter certeza de que em breve estará pronto para outra! Nada que uma boa dose de tempo (e quem sabe outro amor?) não resolva!

Beijinhos,
Sua fã! ;)

Edu Starling disse...

CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!

Orgulho do que vc fez, cara!

Racionalmente a Truculenta e a Ruiva tem toda razão, mas infelizmente o emocional não tem botão on/off. E assim como parece no q vc escreveu, quando o emocional incomoda eu vou até onde dá, pra ter paz ao colocar a cabeça no travesseiro, ou, it ain't over 'till it's over (dá-lhe Kravitz)

Ah sim, depois de umas porradas eu adotei a frase do Vulgo Dudu. É piegas pra cacete, mas é verdade

Abraço mermao

PS: pelas tuas respostas no outro post desconfiei que vc era o Aparício :)

Anônimo disse...

Surfista
Mais um texto visceral.
Como essa situação é dolorida...eu que o diga.
Você fez bem em jogar a pá de cal. Se depois de tudo o que você fez a moçoila não se comoveu, não era pra ser mesmo.
Mas sabe? Pode parecer impossível, mas a pessoa vai aos poucos desaparecendo do nosso coração e da nossa mente... Um dia você vai olhar pra trás e ver que o mais especial era o que você sentia.
O importante é que saímos dessa pessoas melhores. E que podemos amar melhor.
Bjs a todos do blog
Lyla

Deborah disse...

Não é provocação.....é só um alerta!

Jéssica Ethne disse...

O importante é você jamais esquecer as boas lembranças que isso tudo deixou! O resto joga pra cima,e depois busca inovar, crescer, transformar, restaurar, experimentar... ah... eu sei que não é tão simples quando falamos de sentimentos, mas quem da o valor das coisas somos nós! O lance é você ta aberto sempre pra novas experiencias e não deixar essas lembranças atrapalhar!
Boa Sorte!

Sunflower disse...

O que eu digo para mim mesma é: sexo com ex é necrofilia, o que passou está morto e enterrado.

beijas

Anônimo disse...

Terapia pura, meu bom! É isso aí mesmo.

Imagino o seu alívio depois de ter passado essa fase. Ficou a boa história e a boa lembrança. Bola pra frente.

Mas a angústia tb é boa. A falta de ar; o frio na barriga; garganta seca; o intervalo, eterno, entre o primeiro toque do telefone e o atender...

Tudo vale a pena meu caro.

Outras vieram; outras virão; com vestido ou sem vestido, não importa.

Segue o jogo.

Abs.

O Noivo.

Anônimo disse...

Popeye e Olivia dizem (agora sabe quem somos?): concordamos com o comentário da Danfern de que não dá para esquecer, e realmente se deve guardar as boas lembranças. O sentimento não desaparece, mas se transforma. Continuam a afeição, o carinho, e às vezes a amizade mesmo. E a Mulher Maravilha tem toda razão, daqui a pouco voce se apaixonará por outra mulher, "como nunca imaginou". Sempre somos capazes de aprender a amar mais e melhor. Nossas sinceras lembranças ao He-man, mas não é muito aconselhável seguir seus conselhos sobre relacionamentos amorosos: o cara nunca se decidiu a revelar sua real identidade para a apaixonada Teela. Olívia diz: continue com este sorriso lindo, garoto, candidatas a namorada não lhe faltarão. Popeye: aquele post sobre o que mais gostaria de ouvir e a resposta do Ribamar, foram pesados, hein? Depois comentamos. Até o próximo encontro no tatame do casal 20 (os mestres). E não se esqueça de incluir espinafre no seu cardápio, amiguinho.

Surfista disse...

POPEYE E OLÍVIA, ôôôssssss.

MULHER MARAVILHA, é sempre bom ouvir os conselhos de uma heroína de maiô. Obrigado!

VULGO, excelente citação musical.

ANÔNIMO (NÃO TÃO ANÔNIMA ASSIM), o ideal é ser bonzinho apenas algumas vezes. Demais estraga.

EU MESMA, foram poucas histórias narradas em terceira pessoa. Quais foram? Não conto, não conto, não conto.

OUTRO ANÔNIMO, agora estou duvidando da minha visão periférica.

JUJUBILDES, tenho uma fã? Poxa, que honra e que responsabilidade.

STARLING (STARMAN), é legal ser piegas de vez em quando. Desconfiou? Putz, daqui para frente qualquer texto em terceira pessoa será alvo de dúvidas.

LYLA, sou um cara visceral. Concordo contigo, sempre aprendemos com essas pancadas.

DEBORAH, ok, vou aderir ao lema dos escoteiros e ficar sempre alerta. Beijo!

SUNFLOWER, se apaixonar por figurinhas repetidas é um risco que corremos.

NOIVO, segue o jogo, rapaz! E tudo sempre vale a pena quando a alma não é pequena.

Bárbara Pereira disse...

Aparício/Surfista,

pelo andar dos comentários, vai esquecer essa dor de cotovelo rapidinho...

Lívia disse...

Eu sou daquelas que acredita que a gente não supera todos os amores. Aprende a conviver com a impossibilidade deles, e a gostar e ser feliz com os novos amores.

Esses amores fortes, inesquecíveis e insuperáveis são parte de nós pra sempre. O legal disso tudo é quando aprendemos que, mesmo eles não desaparecendo, podemos ser felizes e adicioná-los como parte de quem somos. Mas com um novo e delicioso amor ainda mais inesquecível do nosso lado.

Surfista disse...

BÁRBARA, não posso me aproveitar da doçura e do instinto acolhedor das leitoras... ou posso?

drika disse...

quer colo?

Anônimo disse...

Desse jeito o Surfista vai ficar ruborizado...rsrs
Lyla